Conhecer o SuperAgent

Existe IA que não inventa referências?

Existe, e a diferença está na arquitetura. O ChatGPT e similares escrevem primeiro e citam depois, inventando o que faltar. O SuperAgent faz o caminho inverso: primeiro monta um acervo de obras reais, buscadas nas bases científicas ou enviadas por você, e o texto só pode citar o que está nesse acervo. Antes de entregar, uma auditoria confere citação por citação: se alguma aponta para a obra errada, o texto nem chega até você, e nenhum crédito é cobrado.

Por que as IAs inventam referências?

Modelos de linguagem completam padrões de texto. Uma referência com autor, ano e revista plausíveis é um padrão fácil de imitar, então o modelo a produz mesmo quando a obra não existe. Sem uma lista fechada de fontes reais e uma conferência posterior, toda IA generativa está sujeita a isso.

Como o SuperAgent garante que a fonte existe?

Cada obra do acervo entra com os dados verificados nas bases científicas (com identificador oficial quando há). O texto recebe uma lista numerada fechada e é proibido de citar fora dela. No final, a auditoria compara cada citação do texto com o acervo: sobrou ou faltou, a entrega é barrada.

E se eu quiser usar só as minhas referências?

Há um modo exatamente para isso: o texto cita apenas o que você enviar, por DOI, arquivo do Zotero ou Mendeley, ou PDF. Também dá para misturar: as suas obras mais o que o app encontrar nas bases.

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Perguntas frequentes

O SuperAgent pode citar uma obra que não existe?

Não. O texto só cita obras do acervo do projeto, e o acervo é montado com dados verificados nas bases científicas ou com o que você mesmo enviou. A auditoria final barra qualquer citação fora do acervo.

O que acontece se a auditoria reprovar o texto?

O documento não é entregue e nenhum crédito é consumido. O sistema tenta corrigir e, se não conseguir, você vê o motivo com clareza.

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